sábado, 9 de julho de 2011

São apenas palavras, palavras pequenas, pequenas, palavras... Palavras ao vento!


Não pedi para nascer... Não vou pedir pra morrer!
Pergunto-me se em algum lugar do mundo existe algo que seja feito encaixadamente a minha alma.

Não sei o que é viver! Não sei o que é morrer, não temo nenhuma das duas, procuro algo em cada sorriso, cada palavra dita jogada ao vento, cada tombo cada cor, desenho ou artifício.
Eu queria dizer tantas coisas que faltam espaço, falta tempo falta letra no alfabeto.
Eu tentei fazer tantas coisas que acabei não fazendo nada, eu quero muito, mas não sei se vou conseguir tudo ou se vou morrer sem nada.
Eu amei, eu procurei em cada momento algo especial, eu me apaixonei, me entreguei e errei!
Errei amando errei vivendo, errei dizendo e sofrendo.

Cada um de nós tem um mundo particular, mantém segredos guardados a sete chaves e não dividi nem com o próprio travesseiro, todos nós temos problemas impossíveis momentâneos, temos a solução para tais de baixo do nariz.
Percebi que é por eu não querer machucar as pessoas, que eu me machuco!
Que é por eu amar uma pessoa, que não encontro espaço para amar a mim mesmo.

Não sou bom para pra você!
Não sou bom para vida!
Não sou bom!

Não sou nada não tenho nada, só quero muito, eu só quero você!

“Deposito o que sou em palavras, escrevo sobre muletas o que a minha alma pede calada, não posso fazer nada alem de transbordar o que sinto em linhas mal traçadas”.

Por: José Ricardo da Silva

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